Balanço I, 2018 por Adriana Janaína Poeta/ Editorial Brasil/ 09.12.2018
Fazendo um balanço sobre 2018, percebo que, não foram poucos os setores brasileiros que passaram por reveses.
Não teria como ser diferente, porque foram anos de péssima administração, econômica e politicamente, no país.
Não podemos esquecer, passamos sim, por uma ditadura partidária, que fez reféns, inclusive dentro dos partidos.
Existiram os irresponsáveis convictos, e os passivos, estes últimos, por diversos motivos.
É preciso colocar nos cargos, pessoas qualificadas, independente do sexo. Eu sou mulher, acho uma petulância inútil, obrigatoriedade para preenchimento de cotas, no caso, para cargos e funções.
O que deve prevalecer é a capacidade, não a saia ou as calças.
Eu jamais aceitaria preencher um vazio, apenas por ser mulher. É pouco, vergonhoso, e vide o estado atual das coisas no país, causa problemas.
Eu já mencionei, diversas vezes, que homens e mulheres são complementares, ambos criações de Deus. Existem para apoiar um ao outro.
A resposta pronta para a suposta superioridade, e deferência suprema, a apenas um sexo, feminino ou masculino, ora em vigor, no Brasil:
- Fomos muito prejudicadas no passado. Agora, mandamos.
Que coisa, não?
Eu sou mulher, feminina, já sacudi dali para cá. Minha vida não foi fácil, mas jamais aceitei privilégios, apenas por pertencer ao sexo feminino.
Direitos iguais, não a troca de chicotes.
Isso vale para o Judiciário brasileiro, que precisa parar para refletir, caso a caso, questões que envolvam, principalmente, a família: divórcio, partilha de bens, guarda de menores, visitações.
O que está em jogo, não são apenas homens e mulheres, mas a família brasileira, como um todo, a sociedade. Por consequência, o mundo.
O direito não pode privilegiar um determinado sexo, mas (o próprio) direito, universal, do indivíduo. Por isso, a concepção da justiça cega. Porém, não que não seja também surda, porque, é demais.
Sentimos que as coisas não vão bem no Brasil, e não precisa prestar muita atenção ou inteligencia acima da média. Basta ser sincero, atento, ter os pés no chão. Olhos abertos.
Sobre direitos, que prevaleça a verdade. A verdade nua e clara, o sim-sim, não-não.
Não existem três lados da verdade, apenas um. O outro, é a mentira com as patas na mesa.
Quanto aos cargos e funções, não precisamos de um peso a mais num dos pratos da balança. Que prevaleça a capacidade para realizar atarefa.
Acho interessante, para não definir de outra forma, termos um Ministério da Mulher...
Cota para mulheres nos partidos. Para preencher vagas...
Sobre o anúncio do Ministério da Mulher, o sexo feminino não é mais humano? É outra coisa?
E o sexo masculino, foi rebaixado? Ué, não me contaram os motivos. Eu quero saber.
Sei que a nova gestão, e eu apoio 100% o novo governo, vossa excelência Jair Bolsonaro, que assumirá o navio Brasil, a partir de 2019, pode ter sido pressionada para o Ministério peculiar. Sinceramente, senhor presidente, equipe, ministros, e os que possam ter convicções positivas a respeito da pasta, até com boas intenções, argumentos, nós, brasileiros, queremos enxugar gastos, diminuição drástica e necessária na Máquina Pública. É urgente mudar, até o discurso feminista que prevaleceu, nesta última década, e não nos trouxe benefícios.
Perdão por ir, como sempre, direto ao ponto.
Sou mulher, mas detesto aquele discurso masculinizado que se alastrou em parte da classe feminina, até sem que algumas percebessem o que faziam, nos últimos anos. Eu torço o nariz para isso. Faz mal para todos. Não ganhamos com isso, pelo contrário.
Somos diferentes, complementares. Igualmente importantes. Ponto.
Acho excelente, e digno, ter mulheres ocupando cargos e funções, administrativos, no legislativo, etc., decidindo e apoiando o futuro, no país e no mundo, porém, a ideia de um Ministério para um determinado sexo, na atual conjuntura, soa desnecessário, e é.Já viramos essa página.
Enfim, é a minha opinião. Não quer dizer que tenha que prevalecer.
De qualquer forma, com a nova gestão, com ou sem o Ministério da Mulher (rufem os tambores), com a proteção do exército, que eu amo e apoio igualmente, pois são necessários e nele depositamos também nossas melhores expectativas, o Brasil voltará a ser o país dos nossos sonhos. Com mais segurança, justiça e igualdade.
(Balanço I, 2018 por Adriana Janaína Poeta, pseudônimo de Adriana Janaína Alves de Oliveira, CPF.:01233034782/ Editorial Brasil/ 09.12.2018)
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